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Conheça o técnico que atua na prevenção e combate a incêndios

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

O Brasil vive neste ano um cenário de queimadas preocupante. Apenas em setembro, foram registrados 79.499 focos de fogo, batendo o recorde de 2010, conforme o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No mesmo período, em 2023, foram registrados 46.498 pontos de queimadas, ou seja, um aumento de 71% em 2024.

Entre todos os profissionais que atuam na linha da frente das queimadas, temos o técnico em prevenção e combate a incêndio. Ele atua em atividades relacionadas à prevenção, salvamento e combate a incêndios em diversas áreas.

A formação técnica atende todas as normatizações de políticas de segurança contra incêndio e pânico. E a demanda por esses profissionais é grande, tanto em empresas privadas quanto em prestadoras de serviço de segurança.

O instrutor do curso no Serviço Nacional de Aprendizado Comercial do Distrito Federal (Senac-DF) José Flávio explica que o curso é muito completo e que não é somente focado nos incêndios.

“Esse profissional ganhou uma relevância muito grande porque, além de atuar nas atividades de prevenção e controle de incêndios, ele atua na área de atendimento de emergências de resgate em altura, espaços confinados, resgate e salvamento aquático e combate a incêndios com produtos perigosos. Um outro ponto importante é que ele tem conhecimento também em atendimento pré-hospitalar de emergências médicas”, detalha o instrutor.

O curso tem carga horária total de 1200 horas e inclui também no conteúdo a instalação de sistemas e equipamentos que permitem uma resposta rápida a princípios de incêndio, além da capacitação de pessoas para o uso desses dispositivos e para os procedimentos de evacuação em casos de edificações afetadas.

José Flávio também reforça que o curso é importante para quem já possui uma formação. “Esse curso é importante também para os profissionais que já atuam na área, como bombeiros civis e brigadistas particulares. É uma oportunidade de crescer dentro da carreira e atuar como chefe de brigada, por exemplo. A procura é grande em razão de uma demanda reprimida devido à ausência dessa formação.”

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