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Saiba quem era a motorista de app morta no Cruzeiro Velho após assalto

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

A motorista de aplicativo assassinada a facadas após um assalto, na tarde desta quarta-feira (26/2), era Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão (foto em destaque), 49 anos.

Nascida em Cristalina (GO), ela morava em Valparaíso (GO), também no Entorno do Distrito Federal, e deixou o marido e dois filhos, de 23 e 12 anos.

Ana Rosa atuava como motorista de app desde a pandemia, quando perdeu o emprego em uma empresa terceirizada. À época, ela trabalhava na Esplanada dos Ministérios. Além disso, chegou a se candidatar a vereadora pelo município onde morava.

6 imagens

Ana morreu no Cruzeiro Velho

Ela morava em Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal
Ana Rosa tinha 49 anos
Crime ocorreu por volta das 12h15 desta quarta-feira (26/2)
Ana Rosa trabalhava como motorista de aplicativo
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Ana Rosa foi esfaqueada após assalto

Reprodução/redes sociais

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Ana morreu no Cruzeiro Velho

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Ela morava em Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal

Reprodução/redes sociais

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Ana Rosa tinha 49 anos

Reprodução/redes sociais

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Crime ocorreu por volta das 12h15 desta quarta-feira (26/2)

Reprodução/redes sociais

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Ana Rosa trabalhava como motorista de aplicativo

Reprodução/redes sociais

Nesta quarta-feira (26/2), por volta do meio-dia, Ana Rosa buscou um passageiro na região da Feira dos Importados. Durante a corrida, o criminoso – identificado como Antonio Ailton da Silva – teria anunciado o assalto.

A vítima acabou esfaqueada e bateu o carro na Quadra 4 do Cruzeiro Velho. Em seguida, testemunhas tentaram capturar o criminoso, mas ele conseguiu escapar.

Ana Rosa chegou a ligar para o marido para pedir socorro e disse que estava morrendo, segundo depoimento obtido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

O Corpo de Bombeiros (CBMDF) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foram acionados para o local do crime, mas a vítima não resistiu.

Antonio Ailton acabou preso pouco depois, na Quadra 504 do Sudoeste. A 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro Velho) investiga o caso como latrocínio – roubo seguido de morte.

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