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Antes de agredir professora, homem foi dado como desaparecido pela família

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF
Na Mira

Dias antes do ataque à professora da UFG em Goiânia, a família de Kaio Kalton havia registrado o desaparecimento do suspeito

Professora à esquerda e agressor preso à direita
Professora à esquerda e agressor preso à direita

A Polícia Civil de Goiás investiga a agressão contra a professora aposentada da Universidade Federal de Goiás (UFG) Elizabeth Caramaschi, de 79 anos (à esquerda da foto). O suspeito, Kaio Kalton de Brito Soares, de 22 anos (à direita da foto), foi preso em flagrante pela Polícia Militar. Antes da prisão, familiares haviam divulgado imagens dele nas redes sociais e informado que ele estava desaparecido havia cinco dias de Pontalina (GO). Até o momento, não há informações sobre uma possível relação entre a vítima e o suspeito.

A agressão contra Elizabeth durou cerca de 30 segundos e foi registrada por câmeras de segurança. Nas imagens, a professora percebe a aproximação do suspeito e levanta a mão para se defender. Em seguida, ela corre e ele vai atrás. Elizabeth e o criminoso entram em luta corporal, até que ela cai e é atacada com diversos golpes.

Vídeo do ataque:

O crime

O ataque ocorreu no domingo (18/10). Elizabeth Caramaschi está internada em estado grave após ser agredida com uma garrafa de vidro quebrada durante uma caminhada nas proximidades do Parque Vaca Brava, no Setor Bueno, em Goiânia (GO).

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Elizabeth foi socorrida por pedestres e encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiás (Hugol), onde permanece internada. A professora sofreu quatro perfurações nas costas, ferimento no rosto e traumatismo craniano. Até o momento, não foram divulgadas novas informações sobre seu estado de saúde.

A Polícia Militar de Goiás foi acionada e, após diligências, a polícia prendeu em flagrante o suspeito, identificado como Kaio Kalton de Brito Soares, de 22 anos.

Imagens: 

Metrópoles

Elizabeth Caramaschi

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Elizabeth Caramaschi

Reprodução / Instagram

Professora agredida

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Professora agredida

Imagem cedida ao Metrópoles

Momento em que a professora é agredida

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Momento em que a professora é agredida

Reprodução / Redes sociais

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Em nota, a diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) manifestou solidariedade à professora aposentada e a seus familiares, desejando força neste momento difícil e uma plena recuperação.

A entidade também repudiou veementemente a violência, especialmente contra mulheres idosas e profissionais da educação, e destacou que a dignidade, a segurança e a integridade física devem ser respeitadas. Para o sindicato, uma agressão dessa natureza não atinge apenas a vítima, mas também toda a comunidade acadêmica e a sociedade.

O Adufg-Sindicato informou que acompanha as investigações e espera que o responsável seja devidamente responsabilizado, conforme a lei. A diretoria também se colocou à disposição de Elizabeth e de seus familiares para oferecer o apoio necessário neste momento.

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