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Após renunciar candidatura, Ronaldo Fonseca diz que estava do “lado errado”

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF
Distrito Federal

No momento do anúncio, Ronaldo Fonseca disse que estava do “lado errado” e deu um aperto de mãos com Bia Kicis e Michelle

28/09/2026 10:53

, atualizado 28/09/2026 11:02

Nathalia Maciel/Metrópoles
Após renunciar candidatura, Ronaldo Fonseca diz que estava do “lado errado”

Após anunciar a renúncia ao Senado pelo Distrito Federal para apoiar Bia Kicis (PL) e Michelle Bolsonaro (PL), Ronaldo Fonseca (PSD) disse que estava do “lado errado”. A desistência foi anunciada pela candidata à reeleição Celina Leão (PP), durante evento da coligação, que reuniu 12 partidos de centro e direita.

“Eu estou entre amigos, e acho que eu estava do lado errado. Eu decidi renunciar minha candidatura ao Senado para apoiar minhas candidatas Michelle e Bia Kicis”, disse o ex-candidato.

O candidato afirmou que a decisão se deu também para que não haja divisão nos votos da direita. “Independente de nomes, nós temos uma batalha para ser vencida: da direita contra a esquerda”, disse o ex-candidato.

Ele afirmou que fará campanha ao lado de Bia Kicis. “Bia, eu quero andar com você nos quatro cantos da cidade. Se eu puder te ajudar, a esquerda não vai te tratorar. Nós vamos todos rumo a vitória”, afirmou Fonseca.

Carioca natural de Volta Redonda (RJ), Ronaldo Fonseca é advogado, escritor e pastor da Assembleia de Deus e era candidato inédito ao Senado. Ele liderava a chapa nomeada de puro-sangue, que tinha a Professora Eunice Santos e o Dr. Antonio como suplentes.

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Na pesquisa Igape/Record divulgada nesse domingo (27/9), Ronaldo Fonseca aparecia com 2,1% das intenções de votos.

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Anúncio da renúncia

A renúncia de Ronaldo Fonseca foi comunicada em um evento liderado pelas candidatas da direita no comitê de campanha de Celina Leão. Na ocasião, Michelle Bolsonaro pediu votos para “soltar Jair Bolsonaro e os presos do 8 de Janeiro”. 

“Nós precisamos fortalecer o Senado; nós precisamos eleger Bia Kicis como nossa senadora, junto ali comigo, para que a gente possa fortalecer o nosso Senado e trabalhar para que a arbitrariedade que está acontecendo hoje acabe, para que o meu marido seja solto, para que todos os presos do 8 de janeiro sejam libertos”, disse.

Michelle afirmou ainda que muitas pessoas estão presas injustamente e defendeu que os cristãos e o “povo de bem” não aceitam injustiças. Durante o evento, Michelle também pediu que os apoiadores fossem às ruas nos últimos seis dias de campanha para mobilizar eleitores em favor da chapa formada por ela e Bia Kicis.

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