
Candidato ao GDF esteve em Taguatinga e no Itapoã, neste sábado (26/9), apresentando propostas sobre Saúde, Segurança Pública e Mobilidade

O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Ricardo Cappelli afirmou a apoiadores, neste sábado (26/9), que pretende levar o Metrô-DF até o Setor O, em Ceilândia (DF). A declaração foi dada durante agenda de campanha na QNL, em Taguatinga (DF).
No que diz respeito à mobilidade urbana, Cappelli prometeu melhorias no Metrô-DF e reiterou a proposta de reduzir o tempo de deslocamento no transporte público. A meta do candidato é que o passageiro gaste, no máximo, uma hora entre a saída de casa e a chegada ao trabalho.
Além de conversar com moradores e comerciantes de Taguatinga, Cappelli esteve no Itapoã (DF). Durante caminhadas nas duas regiões administrativas, o postulante ao Buriti apresentou propostas para Saúde, Segurança Pública, Economia e Mobilidade do DF. O candidato reiterou, por exemplo, que quer reduzir as filas por consultas, exames e cirurgias na rede pública do DF por meio de um programa que, se lançado, será batizado de Fila Zero.
Sobre segurança, Cappelli citou o programa Tolerância Zero e disse que pretende ampliar o efetivo das forças de segurança com a contratação de 7 mil policiais.
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Outro ponto destacado durante as agendas foi a proposta de isentar motoristas de aplicativo e entregadores de pagarem IPVA. Cappelli quer criar ainda o Bora DF, plataforma pública de transporte por aplicativo que seria administrada pelo Executivo.
“Eu vou zerar a fila de consultas, cirurgias e exames com o programa Fila Zero. Vou levar o metrô de Ceilândia até o Setor O, implantar o Tolerância Zero na segurança pública e dar isenção de IPVA para motoristas de aplicativo e entregadores”, declarou Cappelli.
Novo cenário
Ainda nas agendas deste sábado (26/9), Cappelli também comentou o novo cenário da disputa pelo Palácio do Buriti após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrar José Roberto Arruda da eleição e buscou se apresentar como uma alternativa aos principais polos da disputa.
“Depois que o Arruda foi retirado da disputa, a população ficou confusa. Você quer mudança, não quer votar na Celina, também não quer votar no candidato do PT, você tem opção. Nem oito, nem oitenta. Cappelli é 40”, afirmou Cappelli.
