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PCDF prende foragido da “Gangue do Rolex” por roubos no DF

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Policiais civis da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) prenderam um dos integrantes da “Gangue do Rolex“, nessa quinta-feira (28/8), em Paraisópolis, São Paulo. O grupo é especializado em roubos de relógios de luxo em várias capitais brasileiras.

Mais detalhes:

  • O criminoso, de 31 anos, estava foragido desde novembro de 2024.
  • Na época, o bandido conseguiu escapar de uma grande operação policial batizada de “Cartada Final”, deflagrada no Distrito Federal.
  • A prisão dele foi realizada com o apoio do 16º Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Imagens da prisão: 

3 imagensFoto do bandidoPrisãoFechar modal.1 de 3

Criminoso, integrante da Gangue do Rolex preso

Reprodução / PCDF2 de 3

Foto do bandido

Reprodução / PCDF3 de 3

Prisão

Reprodução / PCDF

Organização criminosa interestadual

Segundo investigações da Corpatri, o criminoso fazia parte de uma quadrilha altamente estruturada e perigosa.

O grupo é responsável por pelo menos cinco assaltos a vítimas no Distrito Federal em 2023, sempre com foco em relógios de luxo, especialmente da marca Rolex.

A atuação da quadrilha é itinerante e criteriosa. Os criminosos escolhem regiões de alto poder aquisitivo em diferentes capitais do país.

A operação é dividida em funções:

  • Os “olheiros” observam e escolhem as vítimas.
  • Os “executores” realizam os assaltos com extrema rapidez e violência.
  • Para facilitar a fuga e despistar as autoridades, os bandidos costumam usar motocicletas com placas adulteradas.
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Perigo constante e alcance internacional

A forma de atuação da gangue é considerada extremamente perigosa pelas autoridades. A velocidade e agressividade com que os roubos são executados aumentam o risco de evolução para latrocínio (roubo seguido de morte), especialmente se a vítima tenta reagir.

Os relógios roubados são rapidamente repassados a uma rede de receptadores, com ramificações que podem chegar ao mercado internacional, o que dificulta a recuperação dos bens pelas vítimas.

Com essa prisão, a PCDF segue no encalço dos demais integrantes da organização criminosa. A operação continua em andamento, e novas prisões não estão descartadas.

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