Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima
26/10/2026 17:20
, atualizado 26/10/2026 17:47

Um homem está sendo investigado suspeito de invadir com um carro a garagem de uma vizinha, na madrugada do último sábado (24/10), após ser denunciado por perturbação do sossego. O homem estaria com o som muito alto, incomodando a vizinhança. A confusão aconteceu na QR 615 em Samambaia Norte (DF).
Veja:
O veículo derrubou o portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, um hidrômetro e um veículo que estava na garagem da residência. A 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.
Quem fez a denúncia contra o vizinho foi a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como “cenas de um filme de terror”. Moradora da região há 30 anos, ela conta que nunca passou por algo tão extremo assim, e que achava estar sendo vítima de um assalto. “Parecia, assim, quando acontece um massacre, sabe? Quando entram querendo roubar. Eu fiquei acuada dentro de casa”.
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Ela afirma, aindam que se a grade do portão não fosse presa no poste de iluminação o veículo teria entrado dentro da sala de estar da residência.
Essa foi a primeira vez que Irene decidiu denunciar o homem pelo barulho. Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima.

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A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormir
Material cedido ao Metrópoles

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O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetro
Material cedido ao Metrópoles

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A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora
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“Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa”, contou a moradora
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Além da invasão, o suspeito também teria arremessado garrafas de vidro, sacos de lixo e outros resíduos na casa da vítima
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A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora
Material cedido ao Metrópoles

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A filha, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora
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A vizinha responsável pela denuncia é a dona de casa Irene dos Santos, 63 anos. Ela narrou o momento de susto e descreveu a situação como “cenas de um filme de terror”
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“Parecia assim quando acontece um massacre, sabe? quando entram querendo roubar. Eu fiquei acoada dentro de casa”, contou a moradora
Material cedido ao Metrópoles

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O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetro
Material cedido ao Metrópoles

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“O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado”, conta a filha
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A família decidiu chamar a polícia após o marido de Irene, senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começou a passar mal e não conseguia dormir
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O veículo bateu no portão, o que causou grande estrago, além de danificar câmeras de segurança, o veículo que estava guardado na garagem e um hidrômetro
Material cedido ao Metrópoles
A filha de Irene, Suyanne Lorena, 33, diz que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) chegou a ir ao local por conta da perturbação do sossego, mas que o arrombamento ocorreu logo após a corporação ir embora.
Em depoimento à polícia, a moradora contou que o vizinho, conhecido na região como “Cabeção”, iniciou uma confraternização às 18h, com carro de som, e que no decorrer da festa, os convidados passaram a invadir a via com mesas e cadeiras de plástico.
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A família decidiu chamar a polícia por volta de 0h, após o marido de Irene, um senhor de 70 anos e com problemas de saúde, incluindo um aneurisma, começar a passar mal e não conseguir dormir.
A nutricionista relatou ao Metrópoles que existem três moradores, incluindo o suspeito, que deixam o som alto a noite e madrugada inteira na maioria dos fins de semana, e que ela e os pais não têm sossego para trabalhar ou dormir. “Às vezes eu preciso trabalhar de casa e tenho que sair pois o barulho é muito alto. O som deles entra aqui dentro de casa mesmo com tudo fechado”, diz.
“O sentimento que fica agora é de medo, de insegurança, pois ele [autor] mora aqui ao lado. Eu saio para trabalhar e meus pais ficam sozinhos, meu pai está mais debilitado. Aqui é nossa casa, não iremos sair por conta disso, mas agora não teremos uma noite de paz”, desabafa.
Ameaças constantes
Um outro morador de longa data da quadra, que pediu para não ser identificado, revelou que o problema se perpetua na região há pelo menos 15 anos. Um dos vizinhos responsáveis pelo som alto chegou a ameaçar e xingar um denunciante. O caso aconteceu há dois anos, segundo a testemunha.
Veja as ameaças:
No áudio, o suspeito aparece descontrolado, xingando o vizinho de vagabundo, filho da puta, além de soltar diversas ameaças contra a vida do rapaz.
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“Foi você! Para mim você morreu. Você não sai aqui não, seu vagabundo. Não aparece aqui, pastor filho da puta”, são alguma das falas do homem.
O morador pede ajuda e apela para as autoridades darem um fim à situação. O vizinho afirma que o ciclo se repete denúncia após denúncia. Que a polícia chega ao local, os suspeitos abaixam o som, mas após a saída da equipe, a música torna a ficar alta e, dessa vez, com ameaças.
“A gente acaba ficando refém dessas pessoas. Nós pedimos ajuda para a polícia. Não que ela não ajude, mas não dá o devido suporte, que é instaurar um inquérito para investigar a situação, para que essas pessoas possam responder criminalmente, porque é quase todos os dias”, conta.
