
Damares Alves afirmou que chorou após tomar conhecimento da derrota do senador Flávio Bolsonaro em publicação nas redes sociais

Após a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na eleição presidencial de 2026, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) fez uma declaração nas redes sociais, na noite de segunda-feira (26/10), lamentando o resultado, mas destacando que é momento de “enxugar as lágrimas e trabalhar”.
Segundo a parlamentar, a noite de votação do segundo turno da eleição, “foi estranha e marcada por um mix de emoções”. Por um lado, ela acompanhou e celebrou a reeleição da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Por outro, foi surpreendida ao saber da derrota de Flávio Bolsonaro.
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Damares lembrou que Flávio chegou a liderar a contagem de votos, deixando a direita animada. Mas durante um deslocamento para encontrar com eleitores de Celina, soube da derrota do senador. “Foi difícil subir no trio, cumprimentar os nossos apoiadores, abraçar a governadora e descer chorando. Vim para casa chorando”, ressaltou.
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Segundo a senadora, o começo da manhã de segunda-feira também foi difícil. “Mas a tarde tive que enxugar as lágrimas e ir trabalhar, porque tinha reuniões agendadas. Eu tinha tanta certeza que a gente ia ganhar a eleição que programei toda a minha semana. Eu tenho muitos compromissos agendados no Senado”, pontuou.
A parlamentar ressaltou que uma de suas prioridades é garantir a diplomação e a posse dos senadores conservadores eleitos em 2026. “Eu estou moída por dentro, machucada. Mas não vou parar de trabalhar”, reforçou.
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Damares se disse preocupada
No vídeo, Damares falou temer pela segurança de Flávio Bolsonaro. “Com a vitória do presidente Lula, a reeleição dele, eu estou preocupada com o Flávio Bolsonaro”, disse. O senador não pode sair do Brasil porque é investigado no caso Dark Horse e as ligações com o advogado Willer Tomaz.
Damares ainda declarou que está preocupada com todos os presos de 8 de Janeiro: “Que Deus tenha piedade do Brasil”.
A senadora também afirmou que não irá participar de atos e protestos nas ruas. “Não vou participar disso. Não recomendo isso. Acho que nosso trabalho agora tem que ser mais técnico. Nós temos que fazer entregas para o Brasil”, argumentou.
