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PF cumpre mandados da 31ª fase Lava Jato em SP, RJ e Distrito Federal

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Ex-tesoureiro do PT é o principal alvo da nova fase da Lava Jato.  Foto:  Nilson Bastian / Câmara dos Deputados

Operação Abismo é realizada desde a madrugada desta segunda-feira (4).
Dos 35 mandados expedidos, 4 são de prisão temporária e 5 de preventiva.

Policiais federais estão nas ruas desde a madrugada desta segunda-feira (4) para cumprir mandados referentes à 31ª fase da Operação Lava Jato em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Foram expedidos 35 mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporária, um de preventiva, 23 de busca e apreensão, além de sete conduções coercitivas, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento.

A ação foi batizada pela PF de “Abismo”.

Paulo Adalberto Alves Ferreira, ex-tesoureiro do PT, é alvo do mandado de prisão preventiva, mas já estava preso pela Operação Custo Brasil desde o dia 24 de junho. A PF também cumpriu um mandado de busca e apreensão contra ele, em Brasília.

Ferreira está detido na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Os demais presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba. Os crimes investigados nesta etapa são corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação.

Conforme a PF, a atual fase apura a fraude ao processo licitatório, o pagamento de valores indevidos a servidores da Petrobras e o repasse de recursos a partido político em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações específicas como, por exemplo, o projeto de reforma do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), estabelecido na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro.

O esquema investigado no Cenpes envolve R$ 39 milhões em pagamentos de propina.

“Abismo é uma referência utilizada para a identificação desta nova fase da operação policial e remete, dentre outros aspectos, às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas desenvolvidas no CENPES, mas também à localização das instalações (Ilha do Fundão) e a demonstração que esquemas como estes identificados levaram a empresa aos recantos mais profundos da corrupção e da malversação do dinheiro público”, explica a PF.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou até mesmo ser convertida para preventiva, que é quando o investigado não tem prazo determinado para deixar a prisão.

30ª fase

A 30ª fase foi deflagrada no dia 24 de maio e prendeu Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo. Eles eram sócios da Credencial, uma construtora de Sumaré (SP) apontada pelo Ministério Público Federal(MPF) como empresa fachada, que servia como intermediária para pagamentos de propina aos beneficiários do esquema de corrupção.

Conforme o MPF, as empresas fornecedoras de tubos Apolo Tubulars, que tem sede em Lorena (SP), e Confab procuraram diretores da Petrobras para oferecer pagamento de vantagens indevidas em troca de serem contratadas pela estatal.

Os contratos celebrados pelas duas empresas somam mais de R$ 5 bilhões, o que resultou em pagamentos de propinas que passam de R$ 40 milhões.

 

Adriana Justi – G1 PR

PT levou mais de R$ 40 milhões em propina de empreiteira, diz delator

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Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, foi preso em junho de 2015, mas agora cumpre prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele delatou propina ao PTPaulo Lisboa/20.06.2015/Folhapress

Otávio Marques, da Andrade Gutierrez, afirma que desvios vieram de estádios e de Belo Monte

A construtora Andrade Gutierrez repassou, ao menos, R$ 94 milhões para o PT (Partido dos Trabalhadores) como doações para financiamento de campanhas eleitorais entre 2009 e 2014. Deste total, entre 40% e 50% corresponderam a dinheiro de propina conquistada por meio de obras firmadas com o governo federal.

Significa dizer que, ao menos, R$ 40 milhões enviados da empreiteira para o partido foram desviados de contratos com a administração federal.

A informação é do ex-presidente da construtora Otávio Marques de Azevedo, que firmou acordo de delação premiada com a Justiça brasileira, e está na edição deste sábado (2) do jornal Estado de S.Paulo.
Azevedo cumpre prisão domiciliar e usa uma tornozeleira eletrônica após condenação na Operação Lava Jato.

O delator indicou aos procuradores da Lava Jato que o dinheiro ilegal teve como origem as obras da usina Belo Monte, no Pará, e de Angra 3, no Rio de Janeiro, e da construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014.

À PGR (Procuradoria-Geral da República), Azevedo detalhou os repasses ilegais: “As doações ao PT de 2009 a 2014 de R$ 94 milhões, estimando o depoente que R$ 40 milhões foi de propina. […] O valor da propina é estimado, podendo ter ficado entre R$ 38 milhões e 48 milhões”.

A construtora Andrade Gutierrez era uma das principais doadoras de campanhas eleitorais quando empresas podiam repassar recursos para este fim. Em 2014, a empresa doou R$ 93,6 milhões a diversos candidatos, sendo que o PT foi o principal beneficiado com R$ 39,3 milhões.

Os repasses ilegais de dinheiro desviado do esquema de corrupção da Petrobras irrigaram os caixas do PT, segundo as investigações dos procuradores da Lava Jato. A “ajuda” configurou uma forma de lavagem de dinheiro, conforme as investigações.

A Andrade Gutierrez fechou um acordo de leniência com as autoridades brasileiras e se comprometeu a devolver R$ 1 bilhão aos cofres públicos — o maior entre uma empresa e a Justiça firmado até agora.

Em nota, o PT disse que “refuta totalmente as ilações apresentadas” e informou que “todas as doações que o PT recebeu foram realizadas estritamente dentro dos parâmetros legais e posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral”.

Do R7

Operação “PCDF Legal”: policiais realizarão somente as suas funções

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Por ampla maioria de votos, os policiais civis do DF decidiram, em assembleia convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), na tarde desta quinta, 30, iniciar a Operação “PCDF Legal”, onde os policiais não realizarão atividades que fogem de suas atribuições. Atualmente, cada policial tem trabalhado com sobrecarga de trabalho e muitas vezes exercendo funções de outros cargos.

A mobilização coletiva começará na segunda-feira (4) e tem como finalidade de esclarecer à população o sucateamento que a PCDF vem sofrendo e pressionar o Governo do Distrito Federal a cumprir as reivindicações da categoria, sobretudo, a que exige o envio de uma mensagem ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão garantindo a manutenção da isonomia com a PF.

Também ficou decidido que os policiais estarão em estado permanente de assembleia, que pode ser convocada a qualquer momento e com indicativo de greve, caso o GDF não seja mais proativo com a categoria.

PF prende doleiro ligado a Eduardo Cunha e mira a JBS, dona da Friboi

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Ação desta manhã faz parte da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República.
Policiais foram às ruas em três estados e no DF.

A Polícia Federal deflagrou uma operação na manhã desta sexta-feira (1º) como parte da Lava Jato. Um dos alvos é o  doleiro Lucio Funaro, que foi preso em São Paulo. Ele é ligado ao presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha, segundo delatores da Lava Jato. Além disso, há mandados de busca e apreensão nas empresas do grupo JBS Friboi. Os mandados desta etapa da operação foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Lava Jato na corte.

Também é alvo da operação o lobista Milton Lira. A polícia fez busca e apreensão na casa dele, em Brasília. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o nome de Lira apareceu em um documento, escrito a mão, encontrado na casa de Diogo Ferreira, ex-chefe de gabinete do ex-senador Delcídio do Amaral. Segundo a PGR, no documento havia indicação de que Lira atuou pelo banco BTG junto a deputados peemedebistas, entre eles Cunha, para que favorecessem a empresa.

A polícia também fez buscas e apreensões na casa do empresário Joelsei Batista, da Friboi.

A ação desta manhã se baseia nas informações da delação premiada de Fábio Cleto, ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal. Cleto também é aliado de Cunha. Outra delação que baseou as ações desta sexta é a de Nelson Mello, da Hypermarcas.

Às autoridades, Cleto relatou que o presidente afastado da Câmara recebeu propina por negócios feitos pelo Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS).

O G1 tenta contato com a defesa de Lucio Bolonha Funaro.
Em Pernambuco foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Um deles tem como alvo a empresa Cone, em Cabo de Santo Agostinho, na Grande Recife. Os outros dois são cumpridos em apartamentos de luxo na Praia de Boa Viagem, na capital.

Grupo JBS

Em outra delação, a do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o executivo disse ter ouvido de vários senadores que o grupo JBS faria uma doação de R$ 40 milhões para abastecer as campanhas de candidatos do PMDB ao Senado.
O G1 contatou a assessoria de imprensa da JBS às 7h30h e aguarda o posicionamento da empresa.

Doleiro

Em um inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar Cunha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que aliados do presidente da Câmara afastado apresentaram mais de 30 requerimentos de convocação, solicitação de documentos e pedidos de auditorias em diversas comissões da Câmara, inclusive na CPI da Petrobras, para pressionar o grupo empresarial Schahin e beneficiar o doleiro Lucio Funaro.

O grupo Schahin foi contratado pela empresa Cebel, Centrais Eletricas Belém, para fazer a obra da hidrelétrica. Houve um acidente: uma barragem se rompeu, provocando uma disputa judicial.

Lucio Funaro, representando a Cebel, cobrou o prejuízo da Schahin no valor de R$ 1 bilhão. E, para conseguir o pagamento, teria contado com ajuda do presidente da Câmara para pressionar a Schahin. Funaro, segundo a investigação, pagou para Eduardo Cunha, por meio de três empresas, dois carros, no total de R$ 180 mil, em 2012.
Do G1, em Brasília

Dia de Cooperar oferece serviços gratuitos em Ceilândia

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Cooperativas do DF estão desenvolvendo projetos de reponsabilidade social

As cooperativas do Distrito Federal estão mobilizadas na maior rede cooperativista de voluntariado do país: o Dia de Cooperar – também chamado Dia C. No primeiro sábado de julho (2/7), os cooperativistas se juntam à equipe do Sistema OCDF* para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo. O evento de celebração será no centro de Ceilândia, em frente à feira permanente, das 9h às 15h, com exames de saúde, apresentações culturais e atividades educativas.

Para o presidente do Sistema OCDF, Roberto Marazi, o Distrito Federal abraçou o Dia C pela importância da iniciativa. “Conscientes da missão de convencer a sociedade de que as cooperativas promovem a felicidade dos associados e, consequentemente, de toda a comunidade ao redor, o Dia C  é um movimento marcante que mostra o engajamento das cooperativas, do Distrito Federal e todo o Brasil, com a responsabilidade social, em busca de uma sociedade mais justa e menos desigual”, afirma.

Entre os projetos desenvolvidos estão a campanha Berço Solidário, promovida pelo Sistema OCDF- Sescoop/DF, que arrecada fraldas e utensílios para recém-nascidos, a COOPLEM (Cooperativa de Ensino de Língua Estrangeira Moderna), que concede bolsas de estudo para alunos carentes, a Querubim Saúde (Cooperativa de Trabalho e Ensino COOPQUERUBIM) com ações contínuas de transformação social, no Lar dos Velhinhos São Vicente de Paula, em Taguatinga.

Participam este ano do Dia C no DF: Coopa/DF, Cootaquara, Sicoob Planalto Central, Confebras, Unisaúde, Coopersystem, Rede Alternativa, Querubim Saúde, Cooplem e Sistema OCDF-Sescoop/DF.

*Sistema OCDF: Sindicato e Organização das Cooperativas do Distrito Federal

TODO DIA É DIA DE COOPERAR
O Dia de Cooperar, também conhecido com Dia C, nasceu em 2009, em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país. Com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e de suas Unidades Estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado. A grande novidade este ano é que as cooperativas passam a contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nova agenda da ONU para acabar com toda forma de tirania, desigualdade e destruição ambiental (saiba mais: nacoesunidas.org). Em todo o país, são mais de 1200 cooperativas mobilizadas nesta grande corrente do bem. Somente em 2015, o Dia C já beneficiou mais de 2,5 milhões de pessoas com projetos que trazem uma verdadeira transformação social para as comunidades.

Serviço: Dia C no DF
Local: Praça do Encontro – CNM 01 – Ceilândia/DF- Área Especial (próximo ao posto policial e restaurante comunitário)
Data: 2 de julho
Horário: das 9h às 15h

Carlinhos Cachoeira é preso em operação contra lavagem de dinheiro

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Empresário foi detido no condomínio de luxo em que mora em Goiânia.
Também há mandados de prisão contra Fernando Cavendish e Adir Assad.

O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na manhã desta quinta-feira (30), no condomínio de luxo em que mora, em Goiânia.

O contraventor é um dos alvos da Operação Saqueador, que visa prender pessoas envolvidas em uma esquema de lavagem de R$ 370 milhões em verbas públicas.

A ação é realizada pelo Ministério Público Federal em parceria com a Polícia Federal. Também há mandados de prisão contra Adir Assad e Fernando Cavendish, que é dono da empresa Delta Construções. O ex-diretor da Delta Cláudio Abreu foi preso em outro condomínio de luxo de Goiânia.

Advogado de Cachoeira, Antônio Nabor Bulhões disse que ficou sabendo da prisão no início da manhã, após uma ligação da esposa do cliente, Andressa Mendonça. O advogado informou que irá se inteirar do caso para se pronunciar.

Por volta das 7h, a PF esteve na casa de Fernando Cavendish, mas os agentes descobriram que empresário está no exterior. A casa de Cavendish fica na Rua Delfim Moreira, um dos endereços mais caros do Rio de Janeiro. Os policiais chegaram ao local por volta das 6h25.

Além de Goiás e Rio de Janeiro, a operação é realizada em São Paulo. Segundo o Ministério Público Federal, dentre os denunciados estão executivos, diretores, tesoureira e conselheiros da empreiteira, além de proprietários e contadores de empresas fantasmas, criadas por Carlinhos Cachoeira, Adir Assad e Marcelo Abbud.

Lavagem de dinheiro

O MPF descobriu que, entre 2007 e 2012, quase 100% do faturamento da Delta veio de contratos públicos, chegando ao montante de quase R$ 11 bilhões. Conforme os investigadores, desse total, mais de R$ 370 milhões foram lavados por meio de pagamento ilícito a 18 empresas de fachada, criadas pelos chamados “operadores” do esquema.

Segundo o Ministério Público Federal, eles lavavam o dinheiro público em contratos fictícios e sacavam o dinheiro em espécie para o pagamento de propina a agentes públicos. Assim, de acordo com os investigadores, eles impediam o rastreamento das verbas.

De acordo com o MPF,  todos os pagamentos a fornecedores eram de responsabilidade do setor administrativo e financeiro da matriz da Delta, sediada no Rio de Janeiro. No entanto, os escritórios e centros de custo dos membros do conselho e dos diretores regionais realizaram despesas com diversas empresas de fachada.

Conforme a investigação, foram utilizados 116 centros de custo vinculados a escritórios regionais e obras da empreiteira em todo território nacional, para o repasse direto e indireto de verbas ilícitas.

Rastreando os pagamentos feitos pela Delta às empresas de fachada, o MPF verificou um aumento significativo dos valores das transferências em anos de eleições.

O MPF pede a condenação de todos os envolvidos pela prática de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Carlinhos Cachoeira

Acusado de chefiar um esquema de exploração ilegal de caça-níqueis em Goiás, Cachoeira já havia sido preso em fevereiro de 2012, quando a Operação Monte Carlo foi deflagrada pela PF e o Ministério Público Federal. Ele ganhou liberdade em 11 de dezembro do mesmo ano.

Desde então, Cachoeira já foi condenado pelos crimes de de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. A última condenação foi no dia 23 de setembro, por violação de sigilo funcional, com pena de três anos de prisão. Ele responde aos crimes em liberdade.

Paula Resende
Do G1 GO

Consumidores poderão identificar alimentos mais seguros

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Será lançado neste sábado (2), o Programa de Boas Práticas Agropecuárias, que vai certificar e fornecer selo a propriedades e seus produtos “in natura” que atendam a um conjunto de princípios e práticas

Assim como já identificam um produto orgânico por meio do selo oficial nas embalagens, os consumidores agora poderão identificar as propriedades rurais que adotam as Boas Práticas Agropecuárias (BPA).

Criado a partir do trabalho desenvolvido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) junto aos produtores rurais, o Programa de Boas Práticas Agropecuárias – Brasília Qualidade no Campo será lançado neste sábado (2), às 9h, no Centro de Capacitação e Comercialização da Agricultura Familiar, na Ceasa.

O objetivo é promover, capacitar e estimular a produção de alimentos seguros por meio da certificação de propriedades rurais e entrega de selo a seus produtos in natura. Para isso, produtores devem atender a um conjunto de princípios, conceitos, práticas, tecnologias, métodos e recomendações técnicas apropriadas aos sistemas de produção. Entre os itens avaliados estão organização e limpeza, qualidade da água, aspectos ambientais, agronômicos e sociais, práticas conservacionistas, cuidados com animais domésticos, irrigação e colheita e classificação dos produtos.

O programa será lançado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), em parceria com a Emater-DF, a Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) e a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).

Na solenidade, serão homenageados técnicos da Emater-DF que contribuem para a difusão das boas práticas no Distrito Federal e entregues as primeiras certificações a seis produtores rurais.

O programa

Instituído pela  Portaria Nº 35, de 12 de maio de 2016, o programa é de adesão voluntária dos produtores. Os interessados em aderir devem procurar a Seagri ou o escritório local da Emater mais próximo de sua propriedade e assinar o Termo de Adesão e Compromisso, se comprometendo a atender as exigências previstas.

Com o Termo de Adesão e Compromisso, a Emater-DF realizará vistoria no estabelecimento rural e elaborará o Termo de Adequação. Quando o estabelecimento rural atingir o mínimo de 70% dos itens previstos pelo programa e observado o cumprimento dos itens obrigatórios, receberá auditoria de avaliação de conformidade realizada pelo Grupo Gestor do Programa.

Sendo comprovado o cumprimento, o estabelecimento rural receberá o Certificado no Programa expedido pela Seagri-DF e autorização para impressão do Selo para uso nos produtos, que possuirá numeração de série padronizado, iniciado da sigla BPA seguido de numeração sequencial.

Serviço:

Lançamento do Programa de Boas Práticas Agropecuárias do Distrito Federal – Brasília Qualidade no Campo

Dia: 02 de julho (sábado)

Horário: 8h30

Local: CCC – Centro de Capacitação e Comercialização da Agricultura Familiar, CEASA-DF SIA Trecho 10, S/N

Ministro do STF manda soltar ex-ministro Paulo Bernardo

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Paulo Bernardo foi preso por agentes federais na última quinta (23)
Foto: Nilton Fukuda/23.06.2016/Estadão Conteúdo

Dias Toffoli considerou a prisão ‘constrangimento ilegal’

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) José Antônio Dias Toffoli mandou soltar nesta quarta-feira (29) o ex-ministro do Planejamento (governo Lula) e das Comunicações (governo Dilma) Paulo Bernardo.

Bernardo havia sido preso na última quinta-feira (23) por agentes da PF (Polícia Federal) em Brasília. Ele é suspeito de participar de um esquema de desvios de dinheiro do Ministério do Planejamento que totalizou R$ 100 milhões.

A decisão atende a um pedido feito pela defesa de Bernardo, que pedia a nulidade da ação da Justiça de São Paulo, alegando que o processo deveria ser analisado pelo STF, além da revogação do pedido de prisão. A nulidade foi negada pelo ministro, que determinou que o processo continue na Justiça de São Paulo, e que a instância competente avalie a aplicação de medidas alternativas, como uso de tornozeleira eletrônica.

Em sua decisão, Toffoli escreveu: “Liminar requerida indeferida. Mantida as investigações junto ao juízo reclamado. Porém, por configurar flagrante constrangimento ilegal, passível de correção por habeas corpus de ofício, determina-se cautelarmente a revogação da prisão preventiva do reclamante, sem prejuízo da fixação de medidas cautelares alternativas”.

Operação Custo Brasil

Há uma semana, a PF prendeu o ex-ministro Paulo Bernardo (PT) em Brasília. Feita em parceria com o MPF (Ministério Público Federal) e a Receita Federal, a operação é um desdobramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Pixuleco 2. A 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo expediu todos os mandados.

O ex-ministro da Previdência Carlos Gabas e o jornalista Leonardo Attuch também foram alvos da operação. De acordo com a PF, a ação apura o pagamento de propina, a partir de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre de 2010 e 2015.

Do R7

Temer anunciará reajuste médio de 12,5% no Bolsa Família

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No Dia do Trabalho, Dilma havia anunciado reajuste médio de 9%.
Segundo o governo, reajuste conta com previsão no orçamento.

O presidente em exercício Michel Temer e o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, anunciarão nesta quarta-feira (29) um reajuste médio de 12,5% nos benefícios do Bolsa Família, de acordo com a assessoria da pasta. O reajuste já vai ser pago a partir de julho.

Ainda de acordo com o Desenvolvimento Social, o governo reservou recursos do orçamento para garantir o reajuste.

No Dia do Trabalho deste ano, 10 dias antes de ser afastada do cargo, a então presidente Dilma Rousseff havia anunciado, em evento em São Paulo, um reajuste médio de 9% para o Bolsa Família, que seria pago já a partir de junho. A assessoria do Desenvolvimento Social explicou que o reajuste prometido por Dilma não foi pago porque o governo da presidente afastada não havia indicado no orçamento de onde sairiam os recursos.

O G1 entrou em contato com a assessoria da presidente afastada e aguarda uma resposta.

A previsão é de que Temer anuncie o reajuste em evento marcado para o fim da manhã no Palácio do Planalto. Inicialmente, o evento seria exclusivamente para anuncar recursos para a educação básica.

Conforme a assessoria do ministério informou ainda no governo Dilma, cerca de 14 milhões de famílias recebem atualmente o Bolsa Família. Ainda de acordo com o que a pasta informou em abril, o pagamento médio do programa é de R$ 164 mensais por família.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o último reajuste do Bolsa Família foi em 1º de maio de 2014.

 

Filipe Matoso
Do G1, em Brasília

Internet móvel gratuita: Instabridge reúne mais de 3 milhões de pontos de internet móvel no mundo

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Maior comunidade de compartilhamento de Wi-Fi ultrapassa 1 milhão e meio de downloads no país

Com o avanço da tecnologia móvel, o consumo de internet Wi-Fi tem grande impacto sobre os consumidores. O uso de smartphones em áreas públicas, como ruas ou praças, também já se tornou usual. E, em casos de urgência, como a busca por um endereço ou uma mensagem instantânea para um amigo, localizar uma rede Wi-Fi é uma necessidade. Nessas horas, nada melhor que um bom atalho para conseguir se conectar a uma rede de internet móvel pública disponível gratuitamente.

Erik Tigerholm e Niklas Agevik, criadores do aplicativo

“Com o aplicativo Instabridge, os usuários os usuários são capazes de se conectar ao Wi-Fi gratuito automaticamente. Nossa rede crowdsourced permite que usuários se conectem à internet livre em sua cidade e acreditamos que este é um aplicativo que deve estar no smartphone de todos no futuro”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Instabridge é a maior comunidade de compartilhamento de Wi-Fi que reúne 200 mil pontos de Wi-Fi no Brasil para conexão de internet móvel no mundo. Através de um aplicativo gratuito para Android e iOS, o Instabridge disponibiliza informações sobre conexões de Wi-Fi disponíveis nas proximidades de sua localização para acesso rápido à internet sem pagar nada. O aplicativo já tem memorizado diversas senhas de rede WiFi no mundo todo e oferece a opção de conexão automática, sem que seja necessário solicitar qualquer informação no local, para redes conhecidas, públicas e de amigos.

Instabridge tem uma comunidade engajada que mantém o banco de dados constantemente atualizado, o que nos diferencia da concorrência. Somos também o único aplicativo que verifica todos os pontos de Wi-Fi e reconhece os que realmente funcionam ou não. A melhor maneira de conferir tudo isso é experimentar nosso aplicativo por uma semana”, completa Niklas.

No Instabridge, os pontos de Wi-Fi são identificados e cadastrados pelos próprios usuários, portanto, todo mundo pode incluir novos pontos de WiFi ao aplicativo, como cafés, bares, restaurantes etc. Atualmente, o Instabridge já tem mais de 2 milhões de downloads no mundo, sendo 1 milhão e meio somente no Brasil.

Acesse para download:
Android: http://bit.ly/265yCCS
iOS: http://apple.co/220EwBR